; Escola Franco Belga – Cervejaria Lorena

A Escola Franco Belga

A escola Belga, diferentemente da Alemã, não foi marcada por uma lei restringindo os ingredientes ou processos de produção, inclusive, tudo aquilo que pudesse agregar sabor ou valor a cerveja era válido ser experimentado. Ou seja, as cervejas poderiam ser feitas com diversos tipos de cereais, podiam ter adições de frutas e mel, podiam além do lúpulo, receber outros temperos (como no caso das Witbiers onde, alem do lúpulo, também são adicionadas cascas de laranja e sementes de coentro), podiam conter açúcar e caramelo na sua formulação. Algumas cervejas não eram nem inoculadas com fermento, eram simplesmente deixadas para serem fermentadas espontaneamente por micro-organismos presentes na atmosfera (fermentação espontânea).

Vale lembrar que a complexidade das cervejas belgas não vem simplesmente do fato de, na Bélgica se poder usar praticamente qualquer ingrediente na produção da cerveja, mas sim das leveduras (cepas e blends) que as cervejarias e monastérios por séculos cultivaram e guardam a sete chaves.

 

A Bélgica e seus monges

A Escola Belga é marcadas pela beleza dos seus monastérios, onde até hoje, muitos deles ainda produzem cerveja como em séculos passados. Nesses monastérios foram formuladas muitas das mais tradicionais cervejas produzidas até hoje, como as Trappistas, Blondes, Brunes, Dubbels, Trippels e Quadruppels, todas cervejas de alta fermentação (Ales) e normalmente bastante condimentadas e excêntricas.

 

Fonte: cevanobar.com

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